sexta-feira, 11 de junho de 2010

Gatos da ONG Adote um Gatinho viraram celebridades!

Assista a reportagem sobre a ONG Adote um Gatinho, no programa GOOD NEWS, da emissora Rede TV.

No meio da reportagem, ficamos surpresos com o que aconteceu: A chegada de mais um felino que havia sido abandonado!

Acredito que isso ocorreu justamente para confirmar, em meio a mídia, o quão importante é a ajuda a esses animais, visto que muitas pessoas ainda maltratam esses pequenos.

Podemos entender também, a importancia da castração, por que as pessoas não se preocupam com isso, e quando a fêmea fica prenha, muitos donos ainda abandonam esses filhotes.


terça-feira, 8 de junho de 2010

Cadelinha queimada está em recuperação

Gostaria de agradecer a todos que estão ajudando no tratamento da pequena queimada.
Ela está se recuperando bem,as feridas já estão bem mais sequinhas, ela já consegue andar direitinho, comer, até pede para ir fazer suas necessidades no quintal. Muito boazinha...
Ainda está tomando medicações e os banhos necessários.


sábado, 5 de junho de 2010

Cachorrinha queimada com água fervendo!




Oi, gostaria muito de pedir ajuda para essa pequena tão sofrida.
Num momento difícil de minha vida, Deus colocou ela em meu caminho. Ela estava toda queimada, alguém muito mal jogou água quente nela.
Ela ficou em uma clínica veterinária internada, mas já recebeu alta e está em minha casa. Gostaria muito de pedir ajuda de quem puder para arcar com as despesas da clínica.
Quem puder me ajudar entre em contato pelo email angelicaferreira1@gmail.com . Ela precisa muito da colaboração de todos, infelizmente eu não tenho como arcar com as despesas dela sozinha.




Margot virou estrelinha

Minha querida Margot

Resgatei a Margot em Janeiro de 2010, com seus 7 filhotes. A coitadinha teve eles na rua, uma pessoa acolheu eles e logo vieram para minha casa.
Foi uma experiência muito boa poder cuidar dela e de seus filhotes.
Os filhotes foram doados e a Margot também iria para adoção, mas o amor foi crescendo até que chegou o dia que tive que me decidir se ela ía para adoção ou ficava em casa. E sem dúvida alguma ela ficou.
Foram 5 meses de alegria que ela teve, mas foi aí que começou as dores de cabeça, a Margot não queria ficar presa, por ser uma cachorra de rua, ela queria ser livre e escapava para a rua sempre que dava. Ela chegou a estourar a corrente e ir para a rua.
Até que chegou o dia que ela escapou e não voltou mais, que foi no 01/06. A Margolina foi para a rua e foi atropelada e foi para junto de São Francisco.

Fiquei muiiitooo triste, mas agora enxergo o quanto que ela foi amada e querida nesses 5 meses que ela ficou comigo. Dei o meu melhor para ela.

Vai ficar em minha lembrança todos os momentos de alegria que tive com ela.
Será eternamente querida e amada.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Fiona, mais um final feliz!!!


Mais uma pequenina que encontrou um lar !
Uma gatinha super dócil, carinhosa e que só precisava de muito amor e carinho para ser feliz.
Quem acompanha o blog se lembra dessa pequena que sofria com maus tratos. Ela foi castrada, vacinada e vermífugada e foi para o seu novo lar no dia 25/04.


Carrapatos


Como agem, como tirá-los da pele de seu cão e que produto usar

Na primavera, com a chegada do calor, também aparecem os carrapatos. Para poder reproduzir-se, a fêmea precisa de sangue e seu cão é um de seus hospedeiros favoritos .
O carrapato espreita em zonas com bastante vegetação, jardins, parques, terrenos baldios. Assim, seu cão deve encontrá-los facilmente quando sai para passear.

Alguns dados técnicos sobre os carrapatos:

• As espécies mais comuns são: Rhipicephalus sanguineus, Ixodes ricinus, Ixodes hexagonus e Dermacentor reticulatus.
• Medem entre 0,35 e 1,5 centímetros
• Uma fêmea adulta coloca entre 2.000 e 4.000 ovos.
• Estes ovos podem sobreviver até três anos no meio ambiente.
• Quando jovens têm seis patas, mas na idade adulta crescem mais duas patas.
• Os carrapatos se escondem até em árvores à espera de um hospedeiro.

Quando um cão se aproxima de um carrapato, o danado saltará em cima dele, caminhando por sua pelagem até chegar a seu lugar favorito, que costuma ser:
• A região das orelhas
• Entre os dedos do pé
• Próximo aos olhos, nuca e pescoço

São nesses lugares que a pele do cão é mas fina e com maior fluxo sangüíneo.
Se o cão não for tratado com um produto antiparasitario é normal encontrarmos carrapatos. Não se preocupe, não tem nada a ver com a higiene do cão. Um simples passeio é suficiente para que seu cão tenha carrapatos. Não há cão no Brasil livre desses bichos.
De qualquer forma, é provável que não detecte o carrapato se não procurar. Seu sucesso evolutivo está justamente no fato de passarem desapercebidos. Quando picam seu cão, ele não sente, pois, antes de introduzir sua boca, parecida com um estilete, o carrapato deposita uma pequena quantidade de saliva com propriedades anestésicas. Ao picar não causará nenhuma dor.
Mas ainda assim, a picada causará danos.


Danos causados pelo carrapato:

• Lesões de pele causadas pela ação mecânica da mordida
• Efeitos tóxicos, já que a saliva do carrapato contém enzimas e neurotoxinas que pode provocar paralisias,
• Debilidade e anemia, ao consumir grandes quantidades de sangue,
• Transmissão de outras doenças.

Encontrei um carrapato no meu cão, como faço para tirá-lo?

Em primeiro lugar, arrancar o carrapato é contraindicado. O máximo que fazemos é eliminar parte do corpo, sendo que o resto fica ainda aderido ao cão, podendo provocar infecções.
O ideal é aplicar umas gotas de vaselina ou parafina ao redor, esfregá-lo um momento até que amacie um pouco a pele e depois tentar retirá-lo suavemente. Depois podemos nos desfazer do carrapato colocando-o no álcool para que não escapem os ovos e morram. É importante lavar as mãos depois de manipulá-los.
Também existem instrumentos especiais para a extração do parasita, como pinças de carrapatos, que podem ser adquiridas em lojas especializadas.
Quais são os melhores produtos contra os carrapatos?
Há vários produtos no mercado que funcionam muito bem. Os mais vendidos são Frontline e Scalibor. Frontline também protege de pulgas e Scalibor frente à leishmaniosis. A proteção mais completa oferece a combinação Scalibor com Frontline.

O que é a Erliquiose canina?
A Erliquiose é uma doença infecciosa severa que acomete os cães, causada por bactérias do gênero Ehrlichia, sendo a principal a Ehrlichia canis. Sua incidência vem aumentando significativamente nos últimos anos, em todas as regiões do Brasil.

Como o cão é contaminado?
A transmissão entre animais se faz pela inoculação de sangue proveniente de um cão contaminado para um cão sadio, por intermédio do carrapato. O parasita irá infectar os glóbulos brancos do sangue, ou seja, as células de defesa do organismo.

Qual é o vetor da doença?
O principal vetor da enfermidade é o carrapato marrom do cão (Rhipicephalus sanguineus). No entanto, a infecção também poderá ocorrer no momento de transfusões sangüíneas, através de agulhas ou instrumentais contaminados. O mesmo carrapato pode transmitir a babesiose, que em algumas situações pode ocorrer juntamente com a Erliquiose.

Quais são os sinais clínicos da Erliquiose?
Os sinais clínicos podem ser divididos em três fases: aguda (início da infecção), subclínica (geralmente assintomática) e crônica (nas infecções persistentes). Nas áreas endêmicas, observa-se freqüentemente a fase aguda da doença caracterizada por: febre (39,5 - 41,5 oC), perda de apetite e de peso, fraqueza muscular. Menos freqüentemente observam-se secreção nasal, perda total do apetite, depressão, sangramentos pela pele, nariz e urina, vômitos, dificuldade respiratória ou ainda edema nos membros. Este estágio pode perdurar por até 4 semanas e, ocasionalmente pode não ser percebido pelo proprietário. A fase subclínica é geralmente assintomática, podendo ocorrer algumas complicações tais como depressão, hemorragias, edema de membros, perda de apetite e palidez de mucosas. Caso o sistema imune do animal não seja capaz de eliminar a bactéria, o animal poderá desenvolver a fase crônica da doença. Nesta fase, a doença assume as características de uma doença auto imune, com o comprometimento do sistema imunológico. Geralmente o animal apresenta os mesmos sinais da fase aguda, porém atenuados, e com a presença de infecções secundárias tais como pneumonias, diarréias, problemas de pele dentre outras. O animal pode também apresentar sangramentos crônicos devido ao baixo número de plaquetas (células responsáveis pela coagulação do sangue), ou cansaço e apatia devidos à anemia.

Como a Erliquiose é diagnosticada?
O diagnóstico é difícil no início da infecção pois os sintomas são semelhantes a várias outras doenças. A presença do carrapato e a ocorrência de outros casos da doença na região, podem ser importantes para se confirmar a suspeita clínica. O diagnóstico pode ser feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame que pode ser realizado na clínica veterinária) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados.

Como tratar?
O objetivo do tratamento é curar os animais doentes e prevenir a manutenção e a transmissão da doença pelos portadores assintomáticos (fase sub-clínica e crônica). O antibiótico conhecido como "DOXICICLINA" é considerado o principal medicamento no tratamento da Erliquiose em todas as suas fases.

Qual a duração do tratamento?
Os critérios para o tratamento variam de acordo com a precocidade do diagnóstico, da severidade dos sintomas clínicos e da fase da doença que o paciente se encontra quando do início do tratamento. O tratamento na fase aguda pode durar até 21 dias e na fase crônica até 8 semanas.

Qual o prognóstico da doença?
O prognóstico depende da fase em que a doença for diagnosticada e do início da terapia. Quanto mais cedo se diagnostica e se inicia o tratamento, melhores são as chances de cura. Em cães nas fases iniciais da doença, observa-se melhora do quadro clínico após 24 a 48 horas do início do tratamento.

Como prevenir a doença?
A prevenção da doença é muito importante nos canis e no locais de grande concentração de animais. Devido a inexistência de vacina contra esta enfermidade, a prevenção é realizada através do tratamento dos animais doentes e do controle do vetor da doença: o carrapato. Para tanto, produtos carrapaticidas ambientais e de uso tópico são bastante eficazes.
Esta doença pode ser transmitida para o homem? Sim. Apesar de até hoje não existirem evidências de que a E. canis possa ser transmitida para o homem, existem outras espécies de Ehrlichia que podem ser transmitidas, pelo carrapato, para os cães e para o homem. Os casos de Erliquiose humana vêm aumentando muito em países como os Estados Unidos. No Brasil, esta doença ainda é pouco diagnosticada em humanos.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

AUG esse sábado na feirinha Amigo 4 patas

Sábado 17/04 o AUG (Adote um Gatinho) vai participar de um projeto muito bacana.

É uma feirinha de adocões promovida pelo Amigo 4 Patas. A amiga Sandra Marelli convidou para terem uma banquinha e venderem os produtos da AUG.

Então fica a dica, quem ainda não comprou algum produto AUG, terá todo o mostruário por lá. Camisetas, Ecobags, mascotinho, almofada, caderninhos, agendas e muito mais.

ATENCÃO: NAO TERÁ GATOS PARA DOAR!

Quando? Dia 17/abril/2010, das 10:00h as 18:00h


Onde? Hipermercado Wal-Mart – Av. Washington Luis, 1.130 - Chácara Flora

www.adoteumgatinho.com.br


terça-feira, 13 de abril de 2010

Como lidar com a agressividade felina?


Educação e prevenção

A educação do gatinho, ainda filhote, é a melhor forma de prevenir a agressividade e inclui socialização, treinos de obediência, limites e dessensibilização.

O filhote até dois meses, durante o período de socialização, estabelece com maior facilidade as relações sociais. Aproveitamos esta fase para ensiná-lo a conviver com outros gatos, cães e pessoas. A obediência e os limites ajudam que ele entenda o que é e o que não é permitido. E, finalmente, a dessensibilização, consiste em acostumar o gatinho a ser manipulado, contido, a sair de casa, a tomar banho, a cortar as unhas, etc.

Embora seja mais fácil educar um filhote, os treinos também funcionam com gatos adultos, melhorando muito a convivência dele com as pessoas da casa.

A castração dos machos também auxilia na diminuição da agressividade, tornando-os mais tolerantes à presença de outros gatos, principalmente outros machos.

A maioria dos bichanos sinaliza quando estão irritados, antes do ataque propriamente dito. Ficar atento a estes sinais pode ajudar a identificar as situações que desencadeiam a agressão e a evitá-las. Estes sinais incluem: abanar o rabo bruscamente, vocalizações como rosnados ou sibilos, colocar as orelhas para trás e dar pequenos tapas com as unhas das patas retraídas.

Não se deve tentar acalmar, nem punir o felino quando identificamos estes sinais. Apenas o ataque deve ser punido fazendo com que ele falhe, ou seja imediatamente interrompido.

Punições

Os bichanos não devem ser repreendidos com broncas diretas, em que o dono olha ou conversa com o animal. Elas podem ter o efeito contrário, aumentando a agressividade do gato ou fazendo com que ele passe a evitar o dono.

Uma boa forma de dar uma bronca num gato, é usando um borrifador de água, direcionando o jato de água para a cara do animal. Ao dar uma bronca, evite olhar para o gato, movimentar o corpo, ou falar com ele. Se um felino se esfrega nas pernas do dono pedindo comida e ataca quando é ignorado, a bronca deve ser dada quando ele se esfrega nas pernas e não depois que ele atacou. Pedir comida miando e se esfregando nas pernas é o comportamento que precede o ataque, e que deve ser inibido. Alimente o gato agressivo em horários pré- definidos e não quando ele pede.

Evite situações que favoreçam o ataque

Alguns bichanos pedem carinho, mas quando são acariciados, logo ficam irritados e atacam. Para que isso não aconteça, a carícia deve durar um tempo pequeno, terminando antes que o gato fique irritado. Recompense-o sempre que ele não atacar.

O mesmo raciocínio serve para os felinos que não gostam de colo e ficam agressivos nesta situação. Quando pegar o gato solte-o antes que ele comece a reclamar e recompense-o.

Evite brincar com o bichano usando as mãos, para que elas não sejam um possível alvo de ataque. Brinque usando fitas, bolinhas ou laser, direcionando o ataque para estes objetos.

Nas situações onde o gato se sente assustado e fica entocado, não tente tirar o animal à força do seu esconderijo. Respeite o medo e a necessidade que ele tem de se esconder, espere que ele se sinta mais seguro e saia sozinho.

terça-feira, 6 de abril de 2010

PARA REFLETIR!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Castração gratuita em São Paulo

CREDENCIADA PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO

UMA INICIATIVA INÉDITA NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO VAI PROPORCIONAR A CASTRAÇÃO GRATUITA DE CÃES E GATOS. A NOVIDADE É RESULTADO DA MODERNIZAÇÃO DO PROGRAMA PERMANENTE DE CONTROLE REPRODUTIVO DE CÃES E GATOS, IMPLANTANDO PELA SECRETARIA MUNICIPAL DA SÁUDE (SMS). ESSE PROJETO SERÁ REALIZADO PELO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES (CCZ) COM CONTRATOS E PARCERIAS FIRMADOS COM CINCO CLÍNICAS VETERINÁRIAS.


OS PROPRIETÁRIOS INTERESSADOS NA CASTRAÇÃO DE SEUS CÃES E GATOS PODERÃO COMPARECER PESSOALMENTE AO CCZ MUNIDOS DE RG, CPF E COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA. PARA REALIZAR O CADASTRAMENTO NÃO É NECESSÁRIO LEVAR O ANIMAL. APÓS O PREENCHIMENTO DOS DADOS, SERÁ ENTREGUE UM PROTOCOLO QUE INDICARÁ UM PRAZO MÉDIO DE QUINZE DIAS PARA COMPARECIMENTO NA CLÍNICA VETERINÁRIA INDICADA. LÁ, O VETERINÁRIO FARÁ O AGENDAMENTO PARA A CASTRAÇÃO DE SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO.


CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES
RUA SANTA EULÁLIA, 86 - SANTANA - SP
TELEFONE - 2221-7645