sábado, 5 de junho de 2010
Cachorrinha queimada com água fervendo!
Oi, gostaria muito de pedir ajuda para essa pequena tão sofrida.
Margot virou estrelinha
Resgatei a Margot em Janeiro de 2010, com seus 7 filhotes. A coitadinha teve eles na rua, uma pessoa acolheu eles e logo vieram para minha casa.
Foi uma experiência muito boa poder cuidar dela e de seus filhotes.
Os filhotes foram doados e a Margot também iria para adoção, mas o amor foi crescendo até que chegou o dia que tive que me decidir se ela ía para adoção ou ficava em casa. E sem dúvida alguma ela ficou.
Foram 5 meses de alegria que ela teve, mas foi aí que começou as dores de cabeça, a Margot não queria ficar presa, por ser uma cachorra de rua, ela queria ser livre e escapava para a rua sempre que dava. Ela chegou a estourar a corrente e ir para a rua.
Até que chegou o dia que ela escapou e não voltou mais, que foi no 01/06. A Margolina foi para a rua e foi atropelada e foi para junto de São Francisco.
Fiquei muiiitooo triste, mas agora enxergo o quanto que ela foi amada e querida nesses 5 meses que ela ficou comigo. Dei o meu melhor para ela.
Vai ficar em minha lembrança todos os momentos de alegria que tive com ela.
Será eternamente querida e amada.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Fiona, mais um final feliz!!!
Mais uma pequenina que encontrou um lar !
Uma gatinha super dócil, carinhosa e que só precisava de muito amor e carinho para ser feliz.
Quem acompanha o blog se lembra dessa pequena que sofria com maus tratos. Ela foi castrada, vacinada e vermífugada e foi para o seu novo lar no dia 25/04.
Carrapatos
O que é a Erliquiose canina?
A Erliquiose é uma doença infecciosa severa que acomete os cães, causada por bactérias do gênero Ehrlichia, sendo a principal a Ehrlichia canis. Sua incidência vem aumentando significativamente nos últimos anos, em todas as regiões do Brasil.
Como o cão é contaminado?
A transmissão entre animais se faz pela inoculação de sangue proveniente de um cão contaminado para um cão sadio, por intermédio do carrapato. O parasita irá infectar os glóbulos brancos do sangue, ou seja, as células de defesa do organismo.
Qual é o vetor da doença?
O principal vetor da enfermidade é o carrapato marrom do cão (Rhipicephalus sanguineus). No entanto, a infecção também poderá ocorrer no momento de transfusões sangüíneas, através de agulhas ou instrumentais contaminados. O mesmo carrapato pode transmitir a babesiose, que em algumas situações pode ocorrer juntamente com a Erliquiose.
Quais são os sinais clínicos da Erliquiose?
Os sinais clínicos podem ser divididos em três fases: aguda (início da infecção), subclínica (geralmente assintomática) e crônica (nas infecções persistentes). Nas áreas endêmicas, observa-se freqüentemente a fase aguda da doença caracterizada por: febre (39,5 - 41,5 oC), perda de apetite e de peso, fraqueza muscular. Menos freqüentemente observam-se secreção nasal, perda total do apetite, depressão, sangramentos pela pele, nariz e urina, vômitos, dificuldade respiratória ou ainda edema nos membros. Este estágio pode perdurar por até 4 semanas e, ocasionalmente pode não ser percebido pelo proprietário. A fase subclínica é geralmente assintomática, podendo ocorrer algumas complicações tais como depressão, hemorragias, edema de membros, perda de apetite e palidez de mucosas. Caso o sistema imune do animal não seja capaz de eliminar a bactéria, o animal poderá desenvolver a fase crônica da doença. Nesta fase, a doença assume as características de uma doença auto imune, com o comprometimento do sistema imunológico. Geralmente o animal apresenta os mesmos sinais da fase aguda, porém atenuados, e com a presença de infecções secundárias tais como pneumonias, diarréias, problemas de pele dentre outras. O animal pode também apresentar sangramentos crônicos devido ao baixo número de plaquetas (células responsáveis pela coagulação do sangue), ou cansaço e apatia devidos à anemia.
Como a Erliquiose é diagnosticada?
O diagnóstico é difícil no início da infecção pois os sintomas são semelhantes a várias outras doenças. A presença do carrapato e a ocorrência de outros casos da doença na região, podem ser importantes para se confirmar a suspeita clínica. O diagnóstico pode ser feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame que pode ser realizado na clínica veterinária) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados.
Como tratar?
O objetivo do tratamento é curar os animais doentes e prevenir a manutenção e a transmissão da doença pelos portadores assintomáticos (fase sub-clínica e crônica). O antibiótico conhecido como "DOXICICLINA" é considerado o principal medicamento no tratamento da Erliquiose em todas as suas fases.
Qual a duração do tratamento?
Os critérios para o tratamento variam de acordo com a precocidade do diagnóstico, da severidade dos sintomas clínicos e da fase da doença que o paciente se encontra quando do início do tratamento. O tratamento na fase aguda pode durar até 21 dias e na fase crônica até 8 semanas.
Qual o prognóstico da doença?
O prognóstico depende da fase em que a doença for diagnosticada e do início da terapia. Quanto mais cedo se diagnostica e se inicia o tratamento, melhores são as chances de cura. Em cães nas fases iniciais da doença, observa-se melhora do quadro clínico após 24 a 48 horas do início do tratamento.
A prevenção da doença é muito importante nos canis e no locais de grande concentração de animais. Devido a inexistência de vacina contra esta enfermidade, a prevenção é realizada através do tratamento dos animais doentes e do controle do vetor da doença: o carrapato. Para tanto, produtos carrapaticidas ambientais e de uso tópico são bastante eficazes.
Esta doença pode ser transmitida para o homem? Sim. Apesar de até hoje não existirem evidências de que a E. canis possa ser transmitida para o homem, existem outras espécies de Ehrlichia que podem ser transmitidas, pelo carrapato, para os cães e para o homem. Os casos de Erliquiose humana vêm aumentando muito em países como os Estados Unidos. No Brasil, esta doença ainda é pouco diagnosticada em humanos.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Sábado 17/04 o AUG (Adote um Gatinho) vai participar de um projeto muito bacana.
É uma feirinha de adocões promovida pelo Amigo 4 Patas. A amiga Sandra Marelli convidou para terem uma banquinha e venderem os produtos da AUG.
Então fica a dica, quem ainda não comprou algum produto AUG, terá todo o mostruário por lá. Camisetas, Ecobags, mascotinho, almofada, caderninhos, agendas e muito mais.
ATENCÃO: NAO TERÁ GATOS PARA DOAR!
Quando? Dia 17/abril/2010, das 10:00h as 18:00h
Onde? Hipermercado Wal-Mart – Av. Washington Luis, 1.130 - Chácara Flora
www.adoteumgatinho.com.br
terça-feira, 13 de abril de 2010
Como lidar com a agressividade felina?

Educação e prevenção
A educação do gatinho, ainda filhote, é a melhor forma de prevenir a agressividade e inclui socialização, treinos de obediência, limites e dessensibilização.
O filhote até dois meses, durante o período de socialização, estabelece com maior facilidade as relações sociais. Aproveitamos esta fase para ensiná-lo a conviver com outros gatos, cães e pessoas. A obediência e os limites ajudam que ele entenda o que é e o que não é permitido. E, finalmente, a dessensibilização, consiste em acostumar o gatinho a ser manipulado, contido, a sair de casa, a tomar banho, a cortar as unhas, etc.
Embora seja mais fácil educar um filhote, os treinos também funcionam com gatos adultos, melhorando muito a convivência dele com as pessoas da casa.
A castração dos machos também auxilia na diminuição da agressividade, tornando-os mais tolerantes à presença de outros gatos, principalmente outros machos.
A maioria dos bichanos sinaliza quando estão irritados, antes do ataque propriamente dito. Ficar atento a estes sinais pode ajudar a identificar as situações que desencadeiam a agressão e a evitá-las. Estes sinais incluem: abanar o rabo bruscamente, vocalizações como rosnados ou sibilos, colocar as orelhas para trás e dar pequenos tapas com as unhas das patas retraídas.
Não se deve tentar acalmar, nem punir o felino quando identificamos estes sinais. Apenas o ataque deve ser punido fazendo com que ele falhe, ou seja imediatamente interrompido.
Punições
Os bichanos não devem ser repreendidos com broncas diretas, em que o dono olha ou conversa com o animal. Elas podem ter o efeito contrário, aumentando a agressividade do gato ou fazendo com que ele passe a evitar o dono.
Uma boa forma de dar uma bronca num gato, é usando um borrifador de água, direcionando o jato de água para a cara do animal. Ao dar uma bronca, evite olhar para o gato, movimentar o corpo, ou falar com ele. Se um felino se esfrega nas pernas do dono pedindo comida e ataca quando é ignorado, a bronca deve ser dada quando ele se esfrega nas pernas e não depois que ele atacou. Pedir comida miando e se esfregando nas pernas é o comportamento que precede o ataque, e que deve ser inibido. Alimente o gato agressivo em horários pré- definidos e não quando ele pede.
Evite situações que favoreçam o ataque
Alguns bichanos pedem carinho, mas quando são acariciados, logo ficam irritados e atacam. Para que isso não aconteça, a carícia deve durar um tempo pequeno, terminando antes que o gato fique irritado. Recompense-o sempre que ele não atacar.
O mesmo raciocínio serve para os felinos que não gostam de colo e ficam agressivos nesta situação. Quando pegar o gato solte-o antes que ele comece a reclamar e recompense-o.
Evite brincar com o bichano usando as mãos, para que elas não sejam um possível alvo de ataque. Brinque usando fitas, bolinhas ou laser, direcionando o ataque para estes objetos.
Nas situações onde o gato se sente assustado e fica entocado, não tente tirar o animal à força do seu esconderijo. Respeite o medo e a necessidade que ele tem de se esconder, espere que ele se sinta mais seguro e saia sozinho.terça-feira, 6 de abril de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Castração gratuita em São Paulo
UMA INICIATIVA INÉDITA NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO VAI PROPORCIONAR A CASTRAÇÃO GRATUITA DE CÃES E GATOS. A NOVIDADE É RESULTADO DA MODERNIZAÇÃO DO PROGRAMA PERMANENTE DE CONTROLE REPRODUTIVO DE CÃES E GATOS, IMPLANTANDO PELA SECRETARIA MUNICIPAL DA SÁUDE (SMS). ESSE PROJETO SERÁ REALIZADO PELO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES (CCZ) COM CONTRATOS E PARCERIAS FIRMADOS COM CINCO CLÍNICAS VETERINÁRIAS.OS PROPRIETÁRIOS INTERESSADOS NA CASTRAÇÃO DE SEUS CÃES E GATOS PODERÃO COMPARECER PESSOALMENTE AO CCZ MUNIDOS DE RG, CPF E COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA. PARA REALIZAR O CADASTRAMENTO NÃO É NECESSÁRIO LEVAR O ANIMAL. APÓS O PREENCHIMENTO DOS DADOS, SERÁ ENTREGUE UM PROTOCOLO QUE INDICARÁ UM PRAZO MÉDIO DE QUINZE DIAS PARA COMPARECIMENTO NA CLÍNICA VETERINÁRIA INDICADA. LÁ, O VETERINÁRIO FARÁ O AGENDAMENTO PARA A CASTRAÇÃO DE SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO.
CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES
RUA SANTA EULÁLIA, 86 - SANTANA - SP
TELEFONE - 2221-7645
sexta-feira, 19 de março de 2010
Prinny, o gato que gosta de nadar
Diferente da maioria dos gatos, ele não tem medo de água.

O gato persa chamado ‘Prinny’ nada em uma piscina nesta quinta-feira (18) na cidade de Rosebud, na Austrália. Diferente da maioria dos gatos, ‘Prinny’ não tem medo de água e adora nadar.
‘Prinny’ descansa na borda da piscina após natação em Rosebud, na Austrália.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Resgatada dos maus tratos
Essa pequena siamesa linda apanhava de um homem que no início quis pega-la porque sentiu dó dela viver na rua, mas depois começou a bater na gata e deixa-la passar fome.
Consegui resgata-la antes do pior acontecer com a pobrezinha, está muito magrinha, com machucados na cabeça. Bem judiada mesmo.
A veterinária disse que ela é novinha, no máximo 1 aninho...e está a espera de um lar.
Já castrei ela e agora ela vai para adoção e se Deus quiser conseguirá uma família que a ame de verdade.
