quarta-feira, 20 de julho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Giárdia

A Giardia é um protozoário pertencente ao filo Sarcomastigophora e classe Zoomastigophora, que contém outros importantes parasitas flagelados, dentre eles o Trichomonas, o Tripanossoma e a Leishmania.
Estes parasitas pertencem à ordem Diplomonadida e família Hexamitidae.
A Giardia apresenta duas formas evolutivas:
Trofozoíto: forma ativa, móvel, encontrada no trato intestinal. Possui aproximadamente 15 µm de comprimento e 8 µm de largura, apresenta forma de gota. Quatro pares de flagelos completam a aparência desta forma.
Cisto: estágio latente e resistente, responsável pela transmissão. Possui aproximadamente 12 µm de comprimento de 7 µm de largura. O cisto é sensível ao calor e à dessecação, porém pode sobreviver por vários meses fora do hospedeiro em condições úmidas e frias.
Apesar de já terem sido descritas mais de 50 espécies do gênero Giardia, apenas 5 espécies são geralmente reconhecidas. Dentre elas, a G. duodenalis, responsável por causar a doença em mamíferos.
Transmissão e Ciclo
O cisto é a forma infectante do protozoário. A transmissão ocorre através da rota fecal-oral, mais comumente através da água contaminada. Reservatórios de água não tratadas ou filtradas podem também servir como fonte de infecção. A transmissão ainda pode ocorrer através da contaminação fecal em canis e abrigos de animais.
Uma vez instalado no ambiente, o cisto é bastante resistente e pode sobreviver por longos períodos. Apesar dos cistos de Giardia sobreviverem em ambientes frios e úmidos, eles também podem sobreviver em climas quentes e secos, onde as fontes de água tais como tanques, lagoas, campos irrigados e gramados estão presentes.
O ciclo biológico é direto. O hospedeiro se infecta ingerindo os cistos, os quais se rompem no duodeno após a exposição ao ácido gástrico e enzimas pancreáticas. Os dois trofozoítos, então separados, amadurecem rapidamente depois do rompimento e atacam o epitélio das vilosidades intestinais. Os trofozoítos se multiplicam por fissão binária no trato intestinal e depois encistam.
Os cistos são transmitidos pelas fezes por 1 a 2 semanas após a infecção. Trofozoítos também podem ser transmitidos pelas fezes (especialmente em gatos), mas raramente sobrevivem por um período significativo fora do hospedeiro.
Patogenia
Uma vez ingerido, o cisto se rompe no estômago e libera 2 trofozoítos, os quais estabelecem a infecção no intestino delgado. Os trofozoítos atacam a borda das vilosidades (figura 2) e causam danos estruturais, provocando redução na área de superfície das microvilosidades. Esta redução na área de superfície diminui a eficiência da digestão, resultando em uma variedade de distúrbios gastrointestinais.
Sinais Clinicos:
Os sinais clínicos mais comuns são fezes moles, odor fétido e algumas vezes diarréia que pode ser intermitente e aguda, muitas vezes associada à desidratação. Outros sinais incluem vômito e motilidade intestinal aumentada, animais afetados podem apresentar perda de peso secundária à diarréia, mas raramente apresentam inapetência.
DIAGNÓSTICO
O diagnóstico definitivo da giardíase depende da identificação dos cistos (ovais) através de centrifugação-flutuação com sulfato de zinco das fezes ou dos trofozoítos flagelados móveis (piriformes) nas fezes diarréicas frescas suspensa em solução salina (realizar 3 exames antes de descartar giardíase), ou nas amostras duodenais (aspirados, varreduras ou esfregaços de impressão de biópsias de mucosas.)
Os exames fecais negativos não excluem o diagnóstico de giardíase. Quando os exames fecais forem negativos, pode-se diagnosticar giardíase “oculta” indiretamente através da resposta de um experimento terapêutico de droga antigiárdia (como o Metronidazol). Os novos métodos de detecção da Giárdia através de um ensaio imuno-absorvente ligado à enzima (ELISA) e de técnicas de anticorpos imunoflurescentes (AIF) estão se tornando mais disponíveis.
Tratamento:
A droga mais utilizada para tratamento da giardíase em pequenos animais é o metronidazol. Outras drogas comumente utilizadas são a quinacrina, albendazol e febendazol.
Como parte de qualquer plano de tratamento, é recomendado que o animal seja completamente limpo para remover cistos da pele e do pêlo. O ambiente do animal deve ser descontaminado antes dele voltar. Solução de amônia quaternária agindo por 30 a 40 minutos pode ser utilizada na desinfecção local.
Educação sanitária e adoção de hábitos de higiene específicos: transmissão fecal-oral, qualidade da água, lavar as mãos e alimentos antes das refeições.
Tratamento de indivíduos infectados, sintomáticos ou não. O controle parasitológico deve ser realizado e repetido, mostrando-se negativo no 7°, 14° e 21° dia após o término do tratamento.
Eliminação dos reservatórios (moscas e baratas).
Orientar o paciente quanto ao controle parasitológico dos animais de estimação existentes na casa, sob supervisão de um Médico Veterinário.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Maria - ADOTADA
Pessoal essa é a Maria,resgatei ela de um senhor muito pobre, estava correndo dos cães porque estava no cio,levei para castrar e minha tia ficou com dó de devolver para o rapaz e levou para casa de uma amiga dela. Mas temos que doa-la rápido, pois a moça tem muitos cachorros e não pode ficar muito tempo com ela.
Ela tem 2 anos, está castrada e vermifugada e será vacinada.
É de porte pequeno, super dócil com humanos e com outros cães.Pelagem curta.
Está em São Paulo
Para adotar
email: angelicaferreira1@gmail.com
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Scooby / ADOTADO
O espaço da baia que fica é pequeno por isso ele precisa ter logo uma casa, ele adora um carinho, companhia e num lar temporário fica mais difícil ele ter isso, mas estou dando o meu melhor a essa vida, e agora conto com a ajuda de vcs pra arrumar um bom lar pra ele ser feliz de vez!!!
Vcs podem ajudar o Scooby a nunca mais ter sofrimento?Mesmo que seja repassando o ajude por favor, tenho muitos gatinhos tb sob minha responsabilidade, vcs sabem como é difícil dar conta de tudo isso, por isso conto com vcs!!!!
sábado, 16 de abril de 2011
ESPOROTRICOSE
A infecção ocorre quando o fungo é inoculado no tecido subcutâneo. Como na maioria das vezes a pessoa adoece por ter se cortado com espinhos, a esporotricose também ficou conhecida como "doença da roseira".
Sintomas da doença
Os sintomas, tanto em humanos quanto em animais, incluem feridas pelo corpo, dores nas articulações, perda de apetite, febre e ínguas. Geralmente os sintomas começam com uma lesão na pele que começa a inflamar e vira uma espécie de úlcera purulenta (uma ferida). Quando não tratada, as feridas se alastram por todo o corpo, e para os gatos, a doença pode ser fatal. Já os seres humanos raramente morrem.
Por enquanto, a esporotricose só pode ser reconhecida depois que as primeiras feridas aparecem. Recolhendo secreção da ferida e fazendo biopsia (exame), os médicos podem concluir o diagnóstico.
O Gato
A esporotricose pode ser adquirida por várias espécies, incluindo cães, animais silvestres e o próprio homem. Os gatos, entretanto, estão sendo INJUSTAMENTE considerados os maiores transmissores do fungo, apesar de serem apenas uma entre as várias espécies, e são apenas os mais SENSÍVEIS a doença.
A posse irresponsável é a maior culpada, pois as pessoas deixam seus gatos saírem as ruas, e, ainda por cima, a grande maioria desses animais não são esterilizados (castrados), o que aumenta a incidência de brigas e arranhões, e, conseqüentemente, a transmissão da doença.
O Que Fazer?
Primeiramente, seria muito importante a capacitação da classe médica veterinária na correta informação quanto à doença, informando principalmente, que é uma doença TRATÁVEL e a Fiocruz fornece GRATUITAMENTE a medicação necessária durante todo o tratamento. E principalmente atitudes de responsabilidade do proprietário com o animal, para evitar contaminação.
A própria Fiocruz se pôs a disposição dos serviços de saúde para capacitar profissionais que possam detectar e tratar a doença, além de promover campanhas educativas para que as pessoas não abandonem nem matem os animais.
Recomendações ao responsável pelos gatos com esporotricose:
— Isolar os gatos suspeitos ou doentes de outros animais, mantendo-os dentro da residência.— Procurar manusear o animal com luvas de látex e após o uso, lavar as luvas com água e sabão (medidas básicas de higiene são IMPORTANTÍSSIMAS).
— Desinfetar o ambiente com água sanitária ou cloro.
— Não oferecer alimentos com leite ou derivados (queijo, manteiga, requeijão, etc).
— A duração do tratamento é prolongada e variável.
— Nunca interromper o tratamento sem autorização do Médico Veterinário.
— Caso o animal apresente diminuição do apetite, vômitos ou diarréia freqüentes, entrar em contato com o Serviço de Zoonoses.
— Não faltar as revisões agendadas.
— Seguir a risca todas orientações dos médicos veterinários da Fiocruz quanto ao tratamento e manejo.
A FIOCRUZ, é o órgão que GRATUITAMENTE, consulta e medica o animal, e o proprietário caso necessário. Por isso, qualquer sinal de dúvidas, não hesite, marque uma consulta pelo telefone: 3865-9536 (Serviço de Zoonoses – IPEC, Manguinhos na Av. Brasil).
quarta-feira, 30 de março de 2011
Castração Química, MUITO CUIDADO!
Wilson Grassi, veterinário, fala sobre castração química
Esterilização química – vamos abrir os olhos!
Quanto mais eu me informei sobre o assunto, mais preocupado fiquei, e sugiro que todos, protetores e veterinários, também se preocupem.
São duas injeções de gluconato de zinco, de até 2,0 ml, aplicada uma em cada testículo, e talvez uma segunda dose tempos depois. Não precisa ser veterinário o aplicador. Com o tempo, o produto provoca uma isquemia e o testículo vai se transformando em uma fibrose. Se a aplicação provoca muita dor, não vou afirmar, mas posso desconfiar. Se o lento processo de fibrose provoca uma dor constante, ainda não sabemos. Em quantos animais surgirá uma ulceração e deverão ser posteriormente castrados, ainda não sabemos, mas temos más notícias vindas do co-irmão México. Se o depósito deste metal causará tumores com o passar dos anos, também ainda não sei, mas tem uma coisa que eu sei: jamais a um produto testado no Brasil em apenas 11 animais poderia ser consentida a venda e distribuição de milhares de doses.
O produto foi certificado no Ministério da Agricultura com um trabalho simplista e diminuto, e que só levou em conta se o produto causa esterilidade ou não. Uma afronta ao bom senso! Em momento algum foi avaliada a questão do bem-estar animal. Nenhum teste, dos vários disponíveis foi realizado neste sentido.
Jamais um produto para uso humano seria ou será liberado para uso em larga escala após testar em apenas onze pessoas. Por que para cães poderia? E muitas outras coisas ainda não entendi: porque um produto não usado nos EUA, nem na Europa, e mal sucedido no México, deve ser introduzido dessa forma no Brasil? Como empresários da industria farmacêutica, de uma hora para outra ficaram preocupados com o abandono de animais? Por que houve tanta ingenuidade de figuras conceituadas da proteção animal dando apoio a um projeto tão estapafúrdio e precipitado? Dos vários “pais” da criança, suspeito que nenhum teve a coragem de testar o produto em seus próprios animais, mas agora sugerem que as prefeituras façam de cobaias os já tão sofridos animais de rua ou de comunidades pobres das periferias. Pense na cena, capturar um animal abandonado, segurá-lo com as patas para cima, e no chão, aplicar lentamente duas injeções em seus testículos. Não consigo imaginar o sucesso. Impraticável sem anestesia, e crueldade se não for acompanhado de um protocolo de analgésicos e anti-inflamatórios. E se optar pela anestesia, acaba a vantagem financeira do negócio.
O futuro pode até me convencer que eu esteja errado, mas por hora fico com a impressão que estão nos confundindo com regiões africanas onde se fazem testes que os americanos não aceitam em suas terras. Fora isso tudo, todos sabem da inutilidade de se esterilizar parcialmente uma população de machos, sendo que apenas um remanescente poderia fecundar diversas fêmeas.
Até que várias questões se esclareçam e que trabalhos científicos amplos, que levem em consideração a saúde e o bem-estar dos animais, sejam efetivamente levados a termo, não recomendo este método de controle populacional e conclamo que a sociedade e em especial a Anclivepa-SP, Associação dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo e o CRMV-SP, Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, imediatamente acionem seus departamentos jurídicos para suspender a comercialização e a farta distribuição gratuita que está em curso deste produto. Aplico na questão do controle reprodutivo, um antigo ditado: Muito faz quem não atrapalha!
Wilson Grassi
Médico Veterinário crmv-sp 8611
Diretor da Associação dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo
www.wilsonveterinario.com.br
sábado, 26 de março de 2011
PONTOS DE ARRECADAÇÃO DE RAÇÃO PARA ABRIGO PATINHAS MOLHADAS
tel: (11) 5052-2736
Osasco – Munhoz Jr – Voluntária Pamela
Os peludos molhados contam com a colaboração de vocês!!!
segunda-feira, 21 de março de 2011
Canela ainda espera por adoção

Oi, eu sou a Canela, uma viralatinha muito meiga e carente.Estou com 1 ano e desde que nasci vivo em um canil como lar temporário. Nunca tive a chance de saber o que é uma família de verdade, o que é ter um lar pra sempre.
As vezes fico pensando se vou um dia ter uma família, só porque eu sou uma viralata adulta e com essa cor meio estranha ninguém nunca se interessou por mim. As pessoas só querem adotar filhotes.
POr favor tios, se vocês souberem de alguém que queira me adotar mande um email pra tia, ou se você mesmo que está lendo essa cartinha quiser me adotar eu ficarei muito feliz e prometo te fazer feliz até o fim de minha vida.Me dê apenas uma chance de provar que eu sou adulta mas tenho muito amor pra dar.
Lambidinhas pra vcs!
Se tiver interesse mande um email para angelicaferreira1@gmail.com
segunda-feira, 14 de março de 2011
RIFA PARA AJUDAR PROTETORA ALTAIR
Como sabem eu sempre tento ajudar os casos mais graves e com mais urgência.
E neste momento estou tentando ajudar a protetora Altair, que comprou uma chácara, para levar os resgatados, em Itanhaém, sem saber que quando chove a chácara alaga totalmente. Esse ano já alagou 3 vezes e a Dona Altair perdeu TUDO, móveis, comida, ração dos cães que recebeu de doação. SIMPLISMENTE TUDO.
Graças a Deus a maioria dos animais dela estão castrados, eles precisam mesmo é de alimentação, cobertores, suporte grande para colocar a ração e não perder de novo, remédios, vermífugos, anti pulgas...
Se vc puder ajudar com alguma coisa nos avise, temos 2 pessoas que se responsabilizaram em retirar as doações aonde for e levar para dona Altair.
E por conta disso resolvi fazer uma rifa para comprar ração aos animais. Comprar também remédios, porque a maioria deles estão gripadinhos, eles ficam molhados por muito tempo e acabam adoecendo.
São 31 cães e 25 gatos que precisam de nossa ajuda.
Foi feito um blog só para ir prestando contas de toda a ajuda a essa protetora, confiram!
http://www.blogger.com/profile/00129945581011378860
O valor da rifa é apenas R$5,00
Prêmio:1 Kit da Natura Seve Rosas Champagne (edição limitada)
Conta para depósito: Banco Real
ag 1792
c/c 8002663-1
Angélica Ferreira
Obrigada a todos que puderem colaborar.
Nos ajude também divulgando.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Bóris, Oliver e Vinnie
Em alguns dias estarão para adoção no www.adoteumgatinho.org.br
Bóris
