quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Adote um Gatinho

Muitos gatinhos esperam por um lar!
Ascesse www.adoteumgatinho.org.br e adote.

Alguns gatinhos que ainda esperam por adoção:

Berilo - ADOTADO

Gostou do meu nome? Então você vai gostar de mim também. Sou um filhote super carinhoso, ronronento e adoro um colo. Sou o gatinho dos seus sonhos, não? Graças as tias fui resgatado de uma estrada onde eu passeava sem destino e com grande possibilidade de morrer atropelado. Tenho 4 meses, estou castrado e vacinado, prontinho esperando por você!


Kevin

Que tal um gato lindo, fofo, gostoso e brincalhão? Este sou eu! Um gatinho feliz e guerreiro. Quando fui castrado, tive um probleminha depois da cirurgia com os pontinhos, mas a tia de branco me operou de novo e ficou tudo nota 10. Agora estou pronto para ganhar uma casinha e ser feliz pra sempre. Me adota?


Samira

Eu morava em um lugar muito sujo, comia só fubá e devido a uma sarna de ouvido quase fiquei sem orelhinha. As tias me resgataram a tempo, foram semanas de tratamento e agora estou prontinha para ter uma família de verdade. Sou carinhosa, meiga e apesar de adulta sou muito brincalhona. Estou castrada e vacinada. Vc quer me adotar?


E muitos outros esperam por adoção em nosso site.
Dê a oportunidade desses gatinhos que já sofreram tanto serem felizes!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Brilha brilha estrelinha!!!!






Meu temporário que já fazia parte da família.
Léo tortinho, chegou no Adote um gatinho em agosto de 2010 e em Setembro foi para minha casa.Com uma lesão na coluna ele precisava de cuidados especiais e foi pra minha casa para ter esses cuidados.

Amei a cada momento esse pequenino enquanto estava comigo...
Mas ele precisou partir! Fica hoje a saudades dos momentos bons ao lado desse companheirinho. ;(

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Rifa para ajudar com a castração de 24 gatinhos! - JÁ SORTEADA


Oi pessoal,

Venho mais uma vez pedir ajuda.
A protetora Raquel Rignani está ajudando a alimentar os animais de uma senhora muito pobre. Mas sabemos o quanto é difícil para comprar ração para 24 gatinhos, imagina as despesas de castração?
Resolvi então ajudar nesse caso porque sei o quanto é difícil fazer tudo sozinha, me comprometi em ajudar com as castrações,organizar tudo direitinho, mas sem ajuda de vocês eu não conseguirei.

Temos certeza que se não castrarmos todos ela não dará conta de alimentar todos por muito tempo, porque logo serão o dobro, o triplo e assim vai...
Então resolvi fazer uma rifa para ajudar na castração dos 24 gatinhos.

A Dra Beatriz Mattes se compadeceu com a situação e fará um preço bom, para ajudar esses gatinhos que não tem culpa.

Quem puder colaborar pagando uma castração ou comprando um número da Rifa para ajudar nas castrações, ficaremos muito agradecidas e os gatinhos também.

O prêmio será Kit da Natura Ekos de Pitanga Preta
No Kit contém: 1 caixa com 6 sabonetes em formato de pitanga, 1 óleo trifásico desodorante corporal, 1 necessaire em tecido e 1 caixa de presente.

A Rifa custa R$5,00 e será aberta assim que vendermos todos os números.
Conta para depósito: Banco Real
ag 1792
c/c 8002663-1
Angélica Ferreira
email para confirmação: angelicaferreira1@gmail.com


Quem não puder nos ajudar com R$ ajude-nos divulgando!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Sphynx - O gato sem pelo

Tive o privilégio de conhecer o famoso "gato sem pêlos".
Aí, uma matéria para sabermos um pouquinho mais dessa raça.

Histórico da raça: O Sphynx, não e fruto de manipulações genéticas, sendo a raça originária de uma mutação genética recessiva e espontânea, denominada alopecia hereditária. Oficialmente, o Sphynx originou-se no Canadá, em 1966, com o nascimento de uma ninhada de gatinhos sem pelos. Observou-se essa mesma ocorrência em outras partes do mundo. Europeus e norte-americanos começaram a se interessar pelos "gatos sem pelagem" e a raça foi desenvolvida e aprimorada, dando origem ao atual Sphynx, também conhecido como Gato Esfinge ou Pelado Canadense. Muitas criações por todo o mundo começaram a trabalhar a nova raça para tentar fixar os caracteres e fazem cruzamentos sucessivos com outras raças (Devon-Rex, Cornish-Rex e Americano de pelo curto). Os cruzamentos com Devon-Rex foram, entretanto, abandonados devido a uma doença genética letal chamada "Spasticity".

Temperamento: São gatos bastante dóceis, carinhosos e apegados aos donos. Muitos chegam a comparar seu temperamento com a de um cão, sempre seguindo as pessoas em busca de afagos, brincadeiras e atenção. É um animal que se adapta bem à presença de crianças, cães e outros gatos. Não vive bem sozinho, preferindo sempre companhia.

Características: Embora seja considerado um animal sem pelagem, o Sphynx possui pequeníssimos pelos. Sua pele ao toque se assemelha à casca de pêssego, macia e "quente". Alguns pelos verdadeiros podem aparecer na parte superior do focinho, orelhas e ponta da cauda, mas são bem discretos. Todas as colorações são aceitas e podem ser uniformes ou bicolores. Os filhotes nascem com a pele bastante enrugada, mas perdem as rugas ao se desenvolverem. Sphynx não são gatos hipoalergênicos, ou seja, pessoas alérgicas a gatos podem ser alérgicas a animais dessa raça. Na maioria dos casos, a causa da alergia é a descamação da pele, saliva ou urina do felino e não a sua pelagem. Sua estrutura se semelhante aos gatos orientais, ou seja, bastante longilíneo. Tem orelhas bem maiores que os demais gatos e chegam a parecer até desproprorcionais em relação à cabeça. Seus olhos também são grandes e proeminentes. A primeira impressão quando se olha um Sphynx é a de um gato feio, mas seus donos são unânimes em afirmar que basta ficar alguns minutos perto dele para se apaixonar por seu temperamento e afetuosidade.

Cuidados especiais: Por seu um gato bem diferente das demais raças, o Sphynx realmente necessita de alguns cuidados. A falta de pelagem faz com que o animal sinta bem mais frio que os outros felinos. Por isso, o Sphynx gosta de se aninhar no dono e não suporta bem temperaturas baixas. Para compensar o frio causado pela perda de calor através da pele, o Sphynx ingere uma quantidade de alimento maior que as outras raças. É um gato que necessita de banhos regulares, pois a gordura produzida por sua pele não é absorvida na pelagem. Isso faz com que ele se suje mais rápido. Acostumando o filhote desde cedo aos banhos, não haverá dificuldade de higienizá-lo na fase adulta. Alguns donos utilizam apenas um pano úmido para limpar seus gatos. O Sphynx deve ser criado em ambientes internos. Quando exposto ao sol pode ter queimaduras e desenvolver câncer de pele. A raça pode ser acometida por uma doença genética que leva os gatos a apresentarem problemas cardíacos (Cardiomiopatia Hipertrófica). É uma doença comum nos gatos em geral, mas que se manifesta com maior frequência nos Sphynx. O diagnóstico é feito através de ecocardiograma. Os bons criadores testam todos os gatos de seu plantel e não permitem que animais portadores da doença acasalem. Afora esses pequenos cuidados especiais, o Sphynx é um gato robusto e saudável. Uma ótima companhia para quem quer ter um amoroso animal de estimação.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Estudo desvenda mistério de como gatos bebem leite sem se lambuzar

Um novo estudo, feito por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, diz ter encontrado a resposta para um mistério que envolve o modo como gatos bebem leite sem molhar o queixo.

Ao examinar um gato doméstico com as câmeras de alta velocidade, os cientistas constataram que o animal usa a língua para carregar a água para a boca sem romper a tensão na superfície do líquido.

O estudo, publicado na revista Science, explica como os gatos se diferenciam dos cachorros, que fazem mais bangunça na hora de matar a sede.

O biofísico do MIT Roman Stocker, que coordenou o estudo, diz que teve a ideia de investigar a física das lambidas desses animais após assistir ao seu próprio gato Cutta Cutta se alimentando.

"Me dei conta de que há um problema biomecânico interessante por trás dessa ação tão simples. O projeto evoluiu a partir daí", declarou.

Cutta Cutta foi também a cobaia do estudo, que envolveu engenheiros, físicos e matemáticos do Instituto Politécnico da Virgínia e da Universidade de Princeton, e durou três anos e meio.

As imagens mostram que gatos usam um mecanismo mais complexo e sutil para beber, ao contrário de humanos, que sugam o líquido, e de cachorros, que dobram a língua para a frente formando uma espécie de concha.

A língua do gato se dobra para trás ao descer em direção ao liquido e toca levemente na superfície dele, ao invés de mergulhar.

Stocker explica que "o fluido entra em contato com a língua e adere a ela. Ao puxar a língua rapidamente de volta, o gato cria uma coluna de líquido que vai até a boca".

Ao fechar a mandíbula, o animal captura parte do leite, e repete o movimento.

LÍNGUA-ROBÔ

Para compreender o mecanismo com mais detalhes, os pesquisadores criaram uma língua de gato mecânica, e concluíram que o processo é o resultado do equilíbrio entre duas forças - a inércia e a gravidade.

Segundo Roman Stocker, a criação da coluna de líquido é regida pela inércia - a tendência de uma substância de se movimentar em uma direção até que outra força intervenha. A outra força em questão é a gravidade.

"No início, a coluna de leite tem mais comprimento e volume, mas em algum momento a gravidade se sobrepõe à inércia e ela cai de volta na tigela", explica.

Por isso, de acordo com o estudo, o gato precisa saber qual é o exato momento de fechar a boca, para conseguir capturar o máximo de leite que sobre na coluna.

Gatos domésticos dão, em média, quatro lambidas por segundo, cada uma trazendo cerca de 0,1 mililitros de leite para a boca. Grandes felinos como os tigres, lambem mais devagar para manter o equilíbrio entre as duas forças, já que tem línguas maiores.

Stocker e seu time não sabem explicar por que o ato de beber para os gatos envolve um mecanismo tão diferente de outros animais, mas a suspeita é de que ele pode ter nascido da conhecida aversão dos felinos à água.

Eles acreditam que a cara do animal, especialmente a região ao redor do nariz, é extremamente sensível. "Por causa isso, eles devem querer que ela fique o mais seca possível", diz Stocker.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/829667-estudo-desvenda-misterio-de-como-gatos-bebem-leite-sem-se-lambuzar.shtml


Frida adotada!!!!

Oi pessoal, é com grande alegria que hoje venho contar sobre a adoção da Frida.
Uma pequena que desde que nasceu teve uma vida sofrida, foi abandonada junto com seu irmãozinho no quintal da casa de meu tio. Ele trouxe os dois para que eu pudesse cuidar e colocar para adoção.
Foram castrados, vermifugados e vacinados.
O Fredy, lindo de morrer achou uma dona muito bacana e logo foi ser feliz, mas a Frida encalhou e ficou mais um mês em minha casa para adoção. Pensei que ela não iria ser adotada.
Até que apareceu o Ricardo (adotante) que adorou a pequenina e quis levar ela no mesmo dia em que viu as fotos pelo email.

Mais uma vidinha salva!!!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Úlcera de córnia

Úlceras de córnea ocorrem com grande freqüência em cães e gatos. Podem ser causadas por diversos motivos, mas os principais são os traumas, entrópio (pálpebras viradas para dentro), triquíase e distiquíase (cílios e pêlos tocando a córnea) e ceratoconjuntivite seca (doença causada pela diminuição da quantidade ou da qualidade da lágrima).

Por que tratar a Úlcera de Córnea?

Quanto mais superficial a úlcera de córnea mais dolorida ela é, pois as terminações nervosas da córnea se encontraram na superfície. Por isso que apresentamos o reflexo de piscar quando cai um cisco no olho, por exemplo. Portanto quando seu animalzinho aparentar desconforto ocular (olho fechado, piscando muito e lacrimejando), procure o mais rápido possível um oftalmologista veterinário. Agora você pode se perguntar: “mas se é superficial, porque a urgência no atendimento?”. Porque em úlceras mais profundas a dor é menos intensa (não há terminações nervosas nas camadas mais profundas), então você pode achar que ele está “melhorando”, mas na verdade a situação está mais grave, e uma úlcera de córnea não tratada, ou tratada de maneira incorreta, pode levar à perfuração ocular.

Diagnóstico de Úlcera de Córnea

O diagnóstico é realizado quando instilado colírio de fluoresceína sobre a córnea. Este colírio irá corar de verde o local onde está a úlcera

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Frida para adoção



Frida ainda está para adoção.
Ela tem 3 meses eestá vermifugada. Um doce de cadelinha.
Se tiver interesse em adota-la mande email para angelicaferreira!@gmail.com