sexta-feira, 20 de março de 2009

Cão Guia

O cão guia é um animal muito especial



Hoje eu tive a oportunidade de tirar essa foto acima.Voltando da faculdade eu tive a alegria de presenciar essa cena maravilhosa, na hora que eu vi um deficiente visual falando para o cão o que ele deveria fazer, nossa eu fiquei até emocionada.

Tentei chamar atenção do cachorro e ele nem bola me deu, depois pesquisei e fiquei sabendo que não podemos mexer com eles em horário de serviço. É eles trabalham e nessa hora ficam muito sérios..rs



Possuindo temperamento dócil e sendo dotado de extrema paciência e determinação. Ama profundamente o dono e por essa razão sente prazer no seu trabalho e funciona como olhos do cego. Ele não cansa jamais, sendo treinado para acompanhar o cego 24hs por dia. Por esse motivo, os treinadores fazem cursos específicos, com aulas práticas e teóricas.



O que os cães-guia fazem

Os cães-guia auxiliam pessoas deficientes visuais a viajar pelo mundo. Na maioria dos países, sua presença é aceita em qualquer lugar público, e eles podem ajudar seus utilizadores a ir a qualquer lugar. Para isso, um cão-guia deve saber:

  • se manter em uma rota direta, ignorando distrações como cheiros, outros animais e pessoas;
  • manter um passo firme, à esquerda e um pouco à frente do seu acompanhante;
  • parar em todos os meio-fios até receber ordem para prosseguir;
  • virar à esquerda e à direita, mover-se para frente quando ordenado;
  • reconhecer e evitar obstáculos ao acompanhante (passagens estreitas e batentes baixos);
  • parar no pé e no topo de escadas até receber ordem para prosseguir;
  • levar o acompanhante aos botões do elevador.
  • deitar em silêncio quando o acompanhante estiver sentado;
  • ajudar o acompanhante a subir e movimentar-se em ônibus, metrô e outras formas de transporte público;
  • obedecer a vários comandos verbais.

Cuidados especiais

Os cães guias de cego não devem ser tocados por pessoas estranhas durante o seu ‘horário de trabalho.

Não distraia ou tente brincar com ele enquanto ele estiver trabalhando. O seu dia-a-dia é bastante estressante e deve ser respeitado


Dedicado ao serviço e faz hora extra


Os cães-guia aproveitam imensamente seu trabalho e ficam muito satisfeitos com um serviço bem feito. Porém, não há espaço para a diversão durante o dia de trabalho. Claro que o cão-guia brinca, se distrai e recebe elogios do seu acompanhante por realizar os percursos. Mesmo quando o acompanhante não precisa de assistência, um cão-guia dedicado ao serviço é treinado para ignorar distrações e não se mexer. Isto porque um cão-guia deve ser capaz de entrar no ambiente de trabalho do acompanhante ou ficar em locais públicos sem perturbar.

Quando vir um cão-guia dedicado ao trabalho, é muito importante reconhecer que ele está trabalhando. Acariciar ou falar com o cão quebra sua concentração e isto prejudica a habilidade do acompanhante de caminhar nos arredores. As pessoas ficam muito impressionadas com os cães-guia e temos uma inclinação natural de elogiá-los, mas a melhor coisa que você pode fazer para ajudar um cão-guia é deixá-lo só para que possa prestar atenção a seus arredores e manter seu foco em seu acompanhante. Guiar é muito complicado e requer atenção total de um cão.

Porém, quando um cão-guia chega ao lar no fim do dia, ele brinca e recebe muitos elogios como um animal de estimação comum. Os cães-guia fazem a distinção entre trabalho e brincadeira baseados no peitoral: quando estão usando o peitoral, devem ficar completamente focados. Quando o peitoral é retirado é hora de brincar. Os cães-guia trabalham muito duro todos os dias, mas levam uma vida muito feliz, cheia de atenção e estímulo. Os cães somente trabalham como cães-guia se amam muito o trabalho. Na verdade, muitos acompanhantes relatam que seus cães pulam de entusiasmo quando colocam o peitoral todas as manhãs.




quinta-feira, 12 de março de 2009

Feira de adoção em São Paulo
















Acontecerá dia 14 de Março em São Paulo uma grande feira de adoção de gatos e cachorros, a maior parte deles abandonados em ruas e parques da capital paulista. Quem quiser adotar um bicinho de estimação deve comparecer ao CCZ com carteira de identidade, CPF e comprovante de residência. Além disso, é preciso pagar uma taxa de R$ 14,60 para levar um dos animais para casa.

Feira de adoção do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ)
Endereço: Rua Santa Eulália, 86 - Santana – São Paulo, SP -
(próximo ao Campo de Marte)
Data: sábado 14 de Março
Horário: das 9h às 15h

domingo, 8 de março de 2009

Amigo cão...cão...cão

Kit, Falina e Lilica
Não podia deixar de apresentar essas três "mosqueteiras".

Kit



Falina



Lilica


As três pentelhas do meu amor Rodrigo, que agora são minhas novas filhotas.
Amooo elas

Amigo cão...cão...cão

Mel uma amiga muito doida!




Gostaria de compartilhar com todos um pouco da vida da nossa amiga Mel.
Uma cachorrinha Fox Paulistinha, amiga, companheira, gordinha e muito maloqueira.

Ela é simplismente muito terrível..rs...Adora uma bagunça, adora ficar pulando nas pessoas, gosta também de pular na cama do Beto (pai dela).


Ela é simplismente uma amiga muito DOIDA.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Família de Felinos

Gostaria de apresentar a todos minha "família de gatos".
Os gatos têm as vezes ciúme, raiva, podem ser indiferentes, mas também dão muito amor.Já não vivo sem eles, alegram os meus dias.
As vezes eles levam umas bronquinhas porque aprontam muito.



Eu sou a Sheron fui a primeira a chegar nesta casa.
Já estou aqui a 6 anos.
Sou muito carinhosa, meiga e adoro um cafuné.



Eu sou a Mel e sou filha da Sheron.
Minha história é um pouco triste, eu nasci e ninguém quis me adotar por causa da minha cor, então minha família de humanos decidiu ficar comigo.E sou muito amada.
Sou um pouco assustada e não gosto muito de graça não.



Eu sou a Macaca.
Sou filha da Mel, mas sou mais valente que minha mãe.
Minha história foi igual a da minha mãe, ninguém me quis quando eu nasci por causa da minha cor.
Não gosto de humanos chatos, gosto de ficar quietinha no meu canto e ninguém mexa comigo que eu dou uns tapas.
Sou toda bravinha mais minha família de humanos me ama mesmo assim.



Eu sou o Kelo.
Sou filho da mel também.
Sou muito carinhoso, meigo e adoro um cafuné.
Todos os meus irmão me fazem de besta, porque eu sou muito bonzinho.



Eu sou o Melvim.
Cheguei nesta casa ja tinha 7 anos e isso foi a 2 anos atrás.
Quando cheguei fui muito mal recebido por aqueles que hoje são meus irmão. Eles não gostavam de mim por causa da minha cara amassada.
Eu era diferente e eles nunca tinham visto um gato igual a mim.
Mas hoje quem não vai com a minha cara eu logo dou uma surra e fica tudo bem. Não do mole não.
Sou muitooo carinho que as vezes até enjoa.
Adoro tomar um banho. E amo comer a minha comida e a de todos os meus irmãos. Sou muito gulozo.



Eu sou a Linda.
Fui resgatada por minha mãe Angélica embaixo de um monte de madeiras em uma madeireira. Eu estava com muito medo, fome e frio.Mas minha mãe me salvou.
Eu adoro humanos, gosto muito de receber e dar carinho a eles. Mas não gosto de gato nenhum, quando algum se mete a besta comigo eu logo grito e minha mãe o tira de perto de mim.




E eu sou o Negro.
Fui resgatado a mais ou menos 2 anos atrás no serviço de minha mãe. Num dia de chuva eu apareci no serviço dela com fome, sede e frio. Então ela e meu pai Rodrigo me resgataram e me troxeram para o meu novo lar.
Eu adoro brigar com meus irmãos, não posso ver nenhum quieto que eu vou irrita-lo ai sai briga.
Sou muito feliz, corro de um lado para o outro dentro de casa por qualquer motivo.



E essa é a minha família de gatos. Amo muito cada um deles.
Cada um com seu jeito de ser e seu carisma diferente.
Não consigo viver sem meus pequeninos que fazem a diferença em minha vida.